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Simulador de Pró-labore e Lucro para Roteirista 2026

Roteiristas autônomos criam roteiros para publicidade, séries, filmes, podcasts, YouTube, cursos online e conteúdo corporativo — e com o crescimento das plataformas de streaming e conteúdo digital, a demanda por roteiristas profissionais nunca foi tão alta no Brasil. Saiba como estruturar seu negócio de roteiro.

💡 Fator R para Roteirista

Roteiristas autônomos enquadram-se no CNAE 9003-5/00 ou 7490-1/04 no Simples Nacional. O Fator R é aplicável: com pró-labore ≥ 28% da receita bruta dos últimos 12 meses, a alíquota cai de 15,5% (Anexo V) para 6% (Anexo III). Roteiristas que recebem diretamente de produtoras como pessoa física devem recolher carnê-leão mensalmente acima de R$1.903,99.

⚙️ Dados da empresa

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Ferramentas, aluguel, assinaturas — tudo que sai da conta PJ

Regime fiscal

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O Fator R é calculado automaticamente: pró-labore ÷ faturamento. Se ≥ 28%, você fica no Anexo III (6%).

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Preencha o faturamento e o pró-labore

O Fator R e os impostos são calculados automaticamente

📊 Fatores que afetam a renda de Roteirista

  • 1.Tipo de produção: roteiro de filme paga mais que YouTube; publicidade paga mais que podcast
  • 2.Experiência e créditos: roteiristas com produções veiculadas cobram 2-5x mais que iniciantes
  • 3.Direitos de uso e exclusividade: roteiro comprado para produção exclusiva paga mais
  • 4.Adaptação literária tem prêmio por direitos autorais adicionais
  • 5.Ghostwriting para criadores de conteúdo (YouTube, podcasts) tem demanda alta e recorrente

⚠️ Armadilhas fiscais para Roteirista autônomo

  • Não registrar obras roteirizadas na Biblioteca Nacional ou ANCINE — proteção de direitos autorais
  • Não cobrar carnê-leão quando recebe como pessoa física acima de R$1.903,99/mês
  • Ceder direitos autorais permanentemente sem compensação adequada — erro comum em contratos mal redigidos
  • Não ter contrato com cláusula de crédito na obra — o roteirista tem direito ao crédito por lei

Perguntas frequentes — Roteirista

Roteirista pode ser MEI?

Não. As atividades de criação de roteiro (CNAEs 9003-5/00 e afins) não constam na lista MEI. Roteiristas devem abrir empresa no Simples Nacional ou faturar como pessoa física com carnê-leão.

Como registrar um roteiro para proteger direitos autorais no Brasil?

Registre na Biblioteca Nacional (registro de obras literárias) ou na ANCINE para obras audiovisuais. O registro prova anterioridade da criação. Custo: R$50-R$100. O depósito de e-mail para si mesmo não tem valor legal no Brasil. Para produções que serão realizadas, o contrato detalhando crédito e cessão de direitos é a proteção mais importante.

Como precificar um roteiro?

Roteiro publicitário (30s): R$2.000-R$8.000. Roteiro de vídeo YouTube (10-20 min): R$500-R$2.500. Roteiro de série (episódio 45min): R$3.000-R$15.000. Roteiro de longa-metragem: R$15.000-R$80.000. Ghostwriting para podcast/YouTube recorrente: R$500-R$2.000/episódio. Os valores variam imensamente com a experiência e os créditos do roteirista.

Roteirista tem direito ao crédito na obra?

Sim. A Lei de Direitos Autorais (9.610/98) garante o direito moral do autor ao crédito — e esse direito é irrenunciável. Mesmo que o contrato transfira os direitos patrimoniais (exploração econômica), o roteirista mantém o direito ao crédito. Em contratos, sempre negocie a forma, destaque e posição do crédito.

Streaming ou publicidade — qual mercado é mais lucrativo para roteiristas?

Publicidade paga mais por hora de trabalho — um roteiro de 30s bem pago supera muitos roteiros de série. Streaming (Netflix, Globoplay, Prime) paga mais por projeto total e tem mais prestígio. Para quem está começando, YouTube e podcasts são o caminho de entrada — menor barreira, portfólio rápido, recorrência.

Guia completo para Roteirista autônomo

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