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Quanto Sobra por Mês para Editor de Vídeo Autônomo 2026?

Editores de vídeo freelancers têm demanda crescente com o boom de conteúdo digital. Saiba como precificar projetos de forma sustentável, aplicar o Fator R e estruturar contratos que protejam seu trabalho e sua renda.

💡 Regime fiscal recomendado para Editor de Vídeo

Editores de vídeo prestam serviço técnico-criativo, enquadrados no Simples Nacional Anexo III. O Fator R é aplicável para editores que operam como PJ com pró-labore estruturado.

🏛️ Qual é a sua situação fiscal?

O que você faz?

💰 Seus números este mês

R$

Tudo que entrou na conta — antes de qualquer desconto ou imposto.

R$

Some tudo que você paga todo mês: aluguel, ferramentas, Adobe, Figma, contador, celular PJ, internet...

R$

Custos que variam todo mês: gasolina, estacionamento, material de escritório, embalagem, ingredientes, frete, taxas de plataformas...

💡 O que é pró-labore?

É o "salário" que você se paga como sócio da empresa. Diferente do lucro, o pró-labore tem INSS de 11% e pode ter Imposto de Renda. O que sobrar depois do pró-labore é o lucro distribuído — isento de IR e INSS.

R$

Quanto você vai se pagar como sócio. Deixe em branco se ainda não definiu.

💰

Preencha seu faturamento para ver o resultado

Os impostos são calculados automaticamente — você só precisa informar seus números

📊 O que impacta o quanto sobra para Editor de Vídeo

  • 1.Complexidade do projeto (documentário vs reels é bem diferente)
  • 2.Software utilizado (editor de DaVinci Resolve com expertise em color grading = mais caro)
  • 3.Prazo de entrega (urgência aumenta valor)
  • 4.Número de versões e revisões incluídas
  • 5.Projetos recorrentes vs avulsos

⚠️ Armadilhas que reduzem o que sobra para Editor de Vídeo

  • Não definir número de revisões — projetos sem fim destroem a rentabilidade
  • Não incluir equipamento/software no cálculo do preço
  • Receber pagamento sem nota — impossível deduzir despesas com hardware e software
  • Assinar transferência de direitos autorais sem negociar valor adicional

Perguntas frequentes — Editor de Vídeo autônomo

Editor de vídeo pode ser MEI?

Sim. O CNAE 5912-0/99 (Atividades de pós-produção cinematográfica) é permitido no MEI. Para editores que trabalham apenas com edição (sem produção de conteúdo próprio), esse é o CNAE mais adequado. O teto é R$81.000/ano.

Como precificar edição de vídeo para YouTube?

Calcule: tempo médio de edição por minuto de vídeo finalizado × sua hora mínima (que inclui impostos, custos e margem). Depois, verifique o mercado: editores de vídeo para YouTube cobram de R$150 a R$1.500 por vídeo, dependendo da duração, complexidade (motion graphics, color grading) e experiência. Projetos recorrentes justificam desconto de fidelidade.

Qual é a diferença entre edição por vídeo e retainer mensal?

Por vídeo é bom para clientes eventuais — você cobra mais por entrega individual. Retainer mensal (pacote de X vídeos por mês por valor fixo) é melhor para ambos os lados: você tem renda previsível, o cliente tem custo previsível. Retainers de 3-6 meses com fidelidade costumam ter desconto de 10-20%.

Como definir revisões no contrato de edição?

Especifique o número de rodadas de revisão incluso (normalmente 2). Detalhe o que conta como revisão (corte de trecho, troca de trilha, ajuste de cor) vs o que é novo escopo (refazer com nova direção criativa). Revisões extras devem ter valor hora definido no contrato. Isso evita projetos que nunca terminam.

Posso deduzir computador e software no Simples Nacional?

No Simples Nacional, as despesas com equipamentos e software reduzem o lucro, mas o DAS é calculado sobre o faturamento bruto — não sobre o lucro. Porém, no IRPF anual, despesas com equipamentos usados na atividade podem ser consideradas. Guarde todas as notas fiscais de hardware, software (Adobe, DaVinci, etc.) e acessórios de trabalho.

Guia completo para Editor de Vídeo autônomo

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